SCHOOL MANAGEMENT WITH AN INTERSECTIONAL PERSPECTIVE: STRATEGIES TO ADDRESS MULTIPLE VULNERABILITIES IN THE CONTEXT OF CAUCAIA – CE
Dói: https://doi.org/10.5281/zenodo.20174514
AUTORES:
Maria Rosely Soares Moreira[1]
Maria Cláudia Santos Aguiar[2]
Marcus Américo Lavor Cruz[3]
Stefania Rodrigues de Sousa[4]
Maria Cristiane Costa dos Santos[5]
[1] E-mail: rosellysmoreira@gmail.com
[2] E-mail: mclaudiasantos@yahoo.com.br
[3] E-mail: marcuslavor77@gmail.com
[4] E-mail: stefaniasousa3@gmail.com
[5] Email: mccs2205@gmail.com
RESUMO
A gestão escolar é crucial para a construção do saber e inclusão, especialmente em contextos periféricos marcados por desafios econômicos e culturais. A adoção da perspectiva interseccional é fundamental para compreender e abordar as múltiplas vulnerabilidades que afetam o acesso, permanência e sucesso escolar. O objetivo geral desta pesquisa é analisar a gestão escolar sob a perspectiva interseccional, identificando estratégias para enfrentar as múltiplas vulnerabilidades no contexto educacional de Caucaia, Ceará. Nascimento e Almeida (2020), que discutem a importância da capacitação dos profissionais da educação para lidar com as diferenças e utilizar tecnologias assistivas. Kimberlé Crenshaw (2019), que apresenta o conceito de interseccionalidade como ferramenta teórica para analisar a interação das identidades sociais e as estruturas de opressão. A pesquisa destaca que a gestão escolar com perspectiva interseccional pode contribuir para a construção de mecanismos mais eficazes contra o preconceito e a exclusão, promovendo a inclusão e o respeito às diferenças. Além disso, enfatiza a necessidade de capacitação dos profissionais da educação para lidar com as vulnerabilidades e desafios enfrentados pelos estudantes, especialmente aqueles em situação de maior marginalização.
Palavras-chave: gestão escolar; perspectiva interseccional; respeito às diferenças.
ABSTRACT
School management is crucial for the construction of knowledge and inclusion, especially in peripheral contexts marked by economic and cultural challenges. The adoption of an intersectional perspective is fundamental to understanding and addressing the multiple vulnerabilities that affect access, retention, and academic success. The general objective of this research is to analyze school management from an intersectional perspective, identifying strategies to address the multiple vulnerabilities in the educational context of Caucaia, Ceará. Nascimento and Almeida (2020), who discuss the importance of training education professionals to deal with differences and use assistive technologies. Kimberlé Crenshaw (2019), who presents the concept of intersectionality as a theoretical tool to analyze the interaction of social identities and structures of oppression. The research highlights that school management with an intersectional perspective can contribute to the construction of more effective mechanisms against prejudice and exclusion, promoting inclusion and respect for differences. Furthermore, it emphasizes the need for training education professionals to address the vulnerabilities and challenges faced by students, especially those in situations of greater marginalization.
Keywords: school management; intersectional perspective; respect for differences.
1 INTRODUÇÃO
A gestão escolar constitui-se como elemento essencial diante da construção do saber, da diversidade e da inclusão diante da atividade de trabalho. A escola faz parte de um desenvolvimento de construção do conhecimento da recepção às múltiplas habilidades e competências.
É essencial para o processo de garantia do trabalho com as diferenças, assim como das múltiplas potencialidades. Por outro lado, faz-se necessário repensar o papel das escolas e, em especial, das instituições da periferia, dos costumes e valores que são diferentes daqueles alunos que vivenciam realidades diferenciadas.
Deste modo, observa-se que o processo periférico, como o município de Caucaia, no Ceará, é marcado por uma construção de desafios de teor econômicos e culturais e isto compromete o processo de ensino e aprendizagem.
A análise das desigualdades não pode ser realizada de forma isolada, sendo importante adotar a interseccionalidade como princípio teórica e metodológico diante do saber e da sua diversidade. A compreensão e o compartilhamento de gênero, raça, classe social, assim como de orientação sexual e outras marcas de identidade, precisam ser discutidos e fundamentados, pois as diversidades fazem parte do processo de construção do saber que deve ser compartilhado entre todos.
Este trabalho reside diretamente na necessidade de uma análise frente aos estudos e pesquisas da atividade laborativa do gestor escolar e sua visão que precisa ser vivenciada de forma conjunta, ignorando as especificidades e os atravessamentos que compõem a identidade dos sujeitos. Na cidade de Caucaia, assim como em diversos municípios do estado, observa-se um quadro em que múltiplas vulnerabilidades coexistem, impactando o acesso, a permanência e o ciclo escolar.
Ao adotar a perspectiva interseccional, é importante frisar que a gestão escolar pode ir além de políticas públicas, possibilitando o processo de construção de mecanismos mais eficazes contra todas as formas de preconceito e de exclusão. Esta pesquisa justifica-se diante da aplicação da educação ao oferecer práticas importantes para a atuação dos gestores, docentes e demais atores da educação, em que a educação deve fazer parte do marco de inclusão, do respeito às diferenças.
2. A GESTÃO ESCOLAR: CAMPO DE CONHECIMENTO E
COMPARTILHAMENTO DO SABER
A gestão escolar tem a sua relevância diante da construção do conhecimento. Os profissionais da gestão precisam estar prontos para a realização de um trabalho eficaz e de empreendimento diante das diferenças. […] a educação é um direito de todos, um dever do Estado e das famílias, e deve ser promovida com a colaboração da sociedade[…] (Pereira; Bahia 2011, p. 32). Administrar é reconhecer o papel de cada profissional no cenário educacional. É realizar o papel de líder, é primar pelo princípio do diálogo, da construção do saber, do desenvolvimento das habilidades e competências. Além disso, é trabalhar com a inclusão e contra toda e qualquer forma de exclusão. É sabido que este campo tem desenvolvido cada vez mais, o mercado educacional, e este se estruturado e evoluído diante da sua prática de teor administrativo para a realização didáticopedagógica.
A sociedade tem mudado, os costumes, valores e princípios fazem parte do contexto social e ideológico de uma nova forma de visão de mundo, de construção e reconstrução da educação, dos princípios e regras sociais. Deste modo, para que os gestores da educação possam prosseguir de forma eficaz, é importante que haja a realização de um processo de capacitação de todos os profissionais da educação, não só dos gestores, mas principalmente dos docentes. Para estes profissionais, é importante estarem atualizados diante das novas perspectivas interseccionais da diversidade aplicada sob o cenário da educação e sua pluralidade.
Segundo Nascimento e Almeida (2020), os professores sabem da importância dos recursos da tecnologia aplicada na educação, mas infelizmente nem todos os profissionais possuem o preparo necessário para a utilização desses recursos, e isto acaba comprometendo a celeridade de um trabalho mais eficaz no que diz respeito a inclusão e ao trabalho com as diferenças em sala de aula. Infelizmente, a falta de capacitação para o uso das pedagogias e tecnologias assistivas compromete a aplicação de um trabalho mais eficiente e dinâmico no que diz respeito à oportunidade e ao alinhamento do trato com as diferenças.
No município de Caucaia, localizado na Região Metropolitana de Fortaleza, essa realidade se apresenta de maneira diversa. A cidade faz parte de um processo célere no que diz respeito à questão econômica e social, de interação e compartilhamento das diferenças. Por outro lado, não só Caucaia, como toda e qualquer cidade que se desenvolve e que venha a investir na base da educação e capacitação de profissionais no cenário escolar, sabe da importância de se trabalhar com as diferenças, reconhece que muito ainda se tem por fazer.
É importante reconhecer que todo processo de desigualdade social, não se dá de forma isolada, faz parte de uma discussão e aplicação política e ideológica da população, do desenvolvimento da mídia e sua influência, assim como da discussão do reconhecimento e da lamentável prática ainda vivenciada de exclusão e da falta de projetos que possam ser mais eficazes à inclusão e às oportunidades. A prática educativa e o trabalho do gestor escolar devem estar pautados na importância do compartilhamento do saber, para que todos possam ter acesso, sem distinção, e para que esta vivência seja dividida de forma justa e solidária.
2. 1 A interseccionalidade como ferramenta teórica.
O conceito de interseccionalidade, faz parte de um processo histórico dos estudos feministas negros, tendo como referência o grande clássico de Kimberlé Crenshaw, no qual está oferece a base teórica necessária para esta análise minuciosa e expansiva diante desta temática apresentada.
[…]a interseccionalidade permite-nos enxergar a colisão das estruturas, a interação simultânea das avenidas identitárias, além do fracasso do feminismo em contemplar mulheres negras, já que reproduz o racismo. Igualmente, o movimento negro falha pelo caráter machista, oferecendo ferramentas metodológicas reservadas às experiências apenas do homem negro. (Kimberlé 2019, p.14)
A perspectiva interseccional parte de elementos relevantes diante do teor das diversas identidades sociais, como o que já foi apresentado logo no início no que diz respeito a classe, gênero, assim como temáticas importantes sobre a orientação sexual e outros temas que devem mais do que nunca primar pela dignidade do ser humano.
O nosso país ainda tem muito por fazer, principalmente no que diz respeito a inclusão, pois ainda se tem muito por fazer quando se fala de desigualdade.
Segundo Almeida (2019, p. 82).
Em um país desigual como o Brasil, a meritocracia avaliza a desigualdade, a miséria e a violência, pois dificulta a tomada de posições políticas efetivas contra a discriminação racial, especialmente por parte do poder estatal. No contexto brasileiro, o discurso da meritocracia é altamente racista, uma vez que promove a conformação ideológica dos indivíduos à desigualdade racial.
A gestão escolar e sua forma de aplicação na educação deve ser constituída de forma especial, observando a educação e sua lente de aplicação com um olhar diferenciado de “rótulo do discente” mas que este possa ser acolhido frente às suas particularidades, ou seja, suas diferenças precisam ser respeitadas por todos. Professores, gestores educacionais precisam rever a sua forma de atuação de uma educação. Deste modo, pode-se dizer que a realidade de uma criança negro residente em áreas de risco não é a mesma de uma criança branca de classe média, nem idêntica à de uma menina negra ou trans.
É importante frisar que cada sujeito carrega consigo um conjunto de rótulos sociais, de marcas que o identifica, que o padroniza e com isto vindo a definir suas oportunidades, desafios e necessidades educacionais. Deste modo, ignorar essa complexidade resulta em políticas públicas e práticas de gestão que, embora bemintencionadas podem vir a reproduzir teores de desigualdades por não atenderem às especificidades dos grupos mais marginalizados.
3. MÚLTIPLAS VULNERABILIDADES NO CONTEXTO EDUCACIONAL
É importante pontuar que o processo de vulnerabilidades no ambiente escolar se dá das mais diversas formas: infelizmente, situações concretas de evasão escolar, casos de repetência, comprometimento no que diz respeito ao rendimento escolar e de baixas notas, práticas de bullying e cyberbullying, preconceito racial, a falta de acesso a recursos básicos, tudo isto contribui para o quadro de exclusão, de preconceitos. Faz-se necessário frisar que estes elementos são características importantes e que não são fatores de teor acidental. Infelizmente diante deste caráter social e histórico a sociedade se manifesta com os seus princípios culturais e suas diferenças.
Segundo Vasconcelos (2015, p. 9):
A realidade dos sujeitos em situação de vulnerabilidade e risco social, os espaços educativos, que os atendem, […], requer desenvolvimento de uma educação que caminhe no sentio da atividade, de modo a posicionálos como cidadãos incluídos, mediante uma Pedagogia comprometida com a mudança social e com foco nos direitos humanos.
A gestão escolar precisa urgentemente trabalhar com o teor de crítica e mudanças a todas as formas de exclusão; ela deve ser a base para trabalhar o processo de inclusão, deve tratar os sintomas, as raízes dos problemas de discriminação e não as causas. É importante que haja a intervenção de políticas públicas aplicadas a estas questões, que sejam criadas legislações que tragam fundamento a tudo isso.
Silva e Pereira (2021) fundamentam que, mesmo diante de um avanço nas políticas de inclusão, ainda existem certas fronteiras na capacitação de docentes e na disponibilização de recursos viáveis para vir a atender às possíveis necessidades dos discentes com deficiência. Um profissional da docência que conhece as capacidades e o que eles não podem realizar é um dos fatores que compromete o processo de inclusão dos alunos no ambiente escolar. Ou seja, no que diz respeito à sua limitação de fazer diferente para os seus alunos.
A interseccionalidade instiga o gestor a indagar os problemas de evasão, as práticas vivenciadas do bullying, o preconceito aplicado. O gestor escolar precisa ter um olhar diferenciado e perceber a importância da prevenção contra todas as formas de discriminação, de exclusão. Pois pensar nos problemas de desigualdade em sala de aula e segregação é ter a atitude de lutar contra todas estas formas de comportamento. Deste modo, promover uma equidade é pensar e aplicar o apoio direito aos necessitados, àqueles que mais precisam.
A escola se entupiu do formalismo da racionalidade e cindiu-se em modalidades de ensino, tipos de serviço, grades curriculares, burocracia. Uma ruptura de base em sua estrutura organizacional, como propõe a inclusão, é uma saída para que a escola possa fluir, novamente, espalhando sua ação formadora por todos os que dela participam. A inclusão, portanto, implica mudança desse atual paradigma educacional, para que se encaixe no mapa da educação escolar que estamos retraçando (Mantoan, 2003, p. 12).
A velocidade com que crescem os aplicativos e tecnologias voltados para a área educacional comprova a eficiência em atender às demandas no palco educacional. Deste modo, contribuindo para o trabalho do gestor e dos demais profissionais da educação frente aos seus deveres e suas diversidades aplicadas.
O gestor escolar, diante da perspectiva interseccional, faz-se necessário que os gestores, professores, tenham formações contínuas e que estes possam se qualificar diante do seu trabalho na escola, pois é por meio do conhecimento que estes profissionais têm condições de intervir e prevenir toda e qualquer forma de discriminação e, deste modo, o respeito à diversidade. A escola em Caucaia deve ser um espaço de desconstrução de toda e qualquer forma de preconceito. O trabalho contra o racismo e a prática de homofobia devem ser revistos, e a escola deve primar pelo princípio da dignidade do cidadão.
O Projeto de Políticas Pedagógicas (PPP) deve fazer parte do processo de reflexão da diversidade da comunidade. Deste modo, corrobora-se na aplicação curricular que valoriza a história e a cultura local, em que a aplicação de processos metodológicos e didáticos possa compartilhar diferentes formas de aprender e mecanismos de escuta ativa, em que os discentes e os pais, assim como os professores, possam ser de certo modo beneficiados.
A instituição escolar tem o seu trabalho de integração e socialização dos seus alunos, deste modo, é importante referendar que, para que este trabalho seja possível, é importante que os gestores possam trabalhar em equipe. escola não resolve sozinha as questões sociais, mas a gestão deve ser capaz de articular-se com outras políticas públicas, assistência social, saúde, segurança, para criar uma rede de proteção aos alunos em situação de maior vulnerabilidade. A gestão interseccional entende que o aprendizado está ligado ao bem-estar integral do estudante.
A Educação Inclusiva é a transformação para uma sociedade inclusiva, um processo em que se amplia a participação de todos os alunos nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas, de modo que estas respondam à diversidade dos alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos. (Neto, 2018, p. 86).
Fortalecer os conselhos escolares e fomentar a participação dos discentes nos processos decisórios é fundamental, pois dar voz àqueles que foram reprimidos socialmente e culturalmente permite que a instituição escolar conheça de perto suas demandas e suas potencialidades a serem compartilhadas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A educação faz parte de um processo de transformação, de empreendimento, de projetos políticos e de lei aplicada. Trazer uma abordagem sobre a questão da gestão escolar e, em especial, referendar sobre a cidade de Caucaia-CE no que diz respeito à visão da interseccionalidade é mais do que uma mera reflexão e aprofundamento sobre esta questão no que diz respeito aos problemas de exclusão e inclusão no ambiente escolar.
Ao trazer à luz o reconhecimento de que as vulnerabilidades são de caráter múltiplo, que se fundem diante do processo de gestão e de ferramentas, a gestão ganha ferramentas para promover uma educação verdadeiramente democrática e transformadora.
A instituição escolar, para ser um espaço que tem a sua qualidade, precisa ser um local onde todos possam se sentir acolhidos, recepcionados, mesmo diante das suas diferenças. Estes, portanto, não podem ser excluídos, independentemente de sua questão econômica, social e cultural; as diferenças precisam ser mais do que nunca respeitadas por todos os atores da educação.
Deste modo, pode-se concluir que as estratégias de enfrentamento devem visar não só a gestão dos espaços e dos recursos aplicados. Mas, sobretudo, a gestão das relações, fundamentadas pelo respeito, pelo processo da equidade, pela excelência da dignidade do ser humano e suas diferenças compartilhadas.
Conclui-se, portanto, que a educação e sua realidade vivenciada frente aos seus preceitos culturais e sociais fazem parte do processo de construção e desafios. A localidade de Caucaia-CE, assim como toda e qualquer cidade do interior do Ceará, tem a sua vivência e compartilhamento de desafios frente ao trabalho de gestão escolar com perspectiva interseccional; ela faz parte do processo de construção e inovação, de desafios e de trabalho entre os demais integrantes da escola.
REFERÊNCIAS
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AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.
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